
Foto: Bahia Notícias
Apesar do PV ter se manifestado dividido entre a composição da chapa da senadora Lídice da Mata (PSB) e o apoio à candidatura de Paulo Souto (DEM) ao governo do Estado, os socialistas dizem ainda considerar outras opções. “Existem alternativas, inclusive nomes do próprio partido”, disse o coordenador da campanha de Lídice, Domingos Leonelli. Independente de ser “puro sangue” – a chapa já tem como postulante ao Senado a também pessebista Eliana Calmon, ex-corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), – a legenda aponta agora para fora da capital. “Pelo que sei, há certa preferência por alguém do interior do estado; a chapa é muito urbana. Mas não há nada definido ainda. A verdade é que temos até junho, pretendemos resolver antes, mas ainda temos tempo”, revela Leonelli. Enquanto elabora uma decisão, Lídice e Eliana seguem com a definição da plataforma de campanha, com a realização de seminários temáticos. Os próximos temas discutidos pela chapa serão turismo, em evento na próxima sexta-feira (23), cultura (26), gestão e orçamento (2 de junho) e segurança (6). No último seminário, que foi realizado em Vitória da Conquista na última segunda (12) e teve educação como mote central, Lídice e Eliana tiveram a companhia do pré-candidato a Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos. Para Leonelli, a exemplo do ex-governador pernambucano e de sua vice, Marina Silva, a candidatura estadual representa uma “terceira via”. “A candidatura de Lídice e Eliana está na mesma linha de Eduardo Campos e Marina, que estão entre PT e PSDB, já a nossa chapa, entre o PT e o DEM. É uma alternativa de esquerda entre uma candidatura oficialista, governista, do PT e a de direita, do DEM. Não somos nem uma coisa, nem outra”, avalia.
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